Rosemunu's Blog











Eu fico indignada de ver certas coisas acontecerem. As pessoas escolhem seus representantes, acreditando nas promessas de favorecem o povo com o seu mandato e o que a gente vê não é isso. Onde já se viu os senadores terem um aumento de mais de 60% em seus salários e o salário mínimo não ter nem 5%? De 540,00 vamos para 545,00 nem se quer um pacote de arroz a mais na despesa do trabalhador. Os professores que lutam dia a dia pra tentar sobreviver e passar alguma coisa para as nossas crianças e adolescente também se decepcionam né, aumento de 16%… isso porque eles continuam não recebendo pelo tempo gasto em casa pra preparaçã de aulas, elaboração de provas e trabalhos e correção dos mesmos, assim dá pra entender porque eles estão cada vez mais deixando de exercer com dedicação a profissão… e assim o Brasil vai caminhando, com pessoas doentes que não conseguem receber o auxílio doença e desesperam-se, fazendo coisas como a mulher de Santa Catarina, e ainda a prendem e impõem uma multa… é, parece que o povo brasileiro não tem voz e está fadado a ficar em filas de espera, espera por saúde, por educação e tudo o mais… quando será que finalmente viremos em primeiro lugar?

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{15/02/2011}   Parabéns mais uma vez
 É preciso parabenizar mais uma vez o trabalho da Record na teledramaturgia. A minissérie Sansão e Dalila foi incrível, muito bem produzida e dirigida. O figurino, o cenário, a escolha dos atores e a trama estavam maravilhosos. O único problema foi ainda as cenas de batalha, nas quais a emissora ainda não consegue convencer o telespectador da veracidade do que está acontcendo. Mas esse é apenas um detalhe diante da grandeza da obra, realmente uma história tão forte quanto Sansão e tão bela quanto Dalila. Não é à toa que conseguiu picos de liderança na audiência, mesmo com a tentativa de Globo produzindo diferentes minisséries a cada semana.


{25/12/2010}   Chegou o Natal

O Natal é uma festa tão linda, uma data que representa paz, amor e união. É o nascimento do menino Jesus, o qual veio para nos salvar e nos ensinar como amar o próximo. Pena que muitos esqueçam do verdadeiro significado desse dia e fiquem presos apenas à figura do papai noel e dos presentes recebidos. Desejo a todos um feliz e santo Natal, na esperança que a luz do menino Jesus nasça em nossos corações e permaneça no seio familiar.

 



{31/10/2010}   Gente sem noção

 

 

 

 

 

 

 

 

Essa semana saiu na mídia vários comentários negativos a respeito dos jogos Interunesp. Acho lamentável, realmente, a atitude imatura e idiota daquele cara que criou o tal rodeio das gordas, mas não sei como eles faziam na prática. Fui ao Interunesp esse ano e não vi esse tipo de coisa. Achei um absurdo a reportagem que a rede Record exibiu, na qual acabou com a imagem da festa e dos estudantes que participaram dela. Mostrou imagens das meninas que fazem o tradicional bundão de Franca e falou de uma forma como se todas fizessem isso e ainda como se elas estivessem sem calcinha e mostrassem tudo, sendo que não é bem assim. Foram cerca de 15.000 pessoas que participaram do Inter esse ano e é engraçado como só se fala das coisas ruins agora, como se a festa se resumisse a isso. O mais interessante é que quando o evento estava acontecendo, só se falava do lucro que os estabelecimentos comerciasi estavam tendo. Agora acabam com a imagem dos alunos e também da universidadade, como se esta tivesse alguma coisa a ver com o que os alunos fazem fora do Campus. Vi sexta uma entrevista que a EPTV fez com o vice-diretor do campus de Araraquara, eles disseram que a universidade deve tomar medidas para que isso não volte a acontecer, achei prudente a resposta do vice-diretor dizendo que as pessoas tem que aprender a separar o estudante do cidadão, as atitudes de agressão a que se referem tem relação apenas com o cidadão, já que são pessoas que estão em um ambiente que não tem relação com suas atividades acadêmicas. Realmente fica difícil mostrar que é possível se divertir com responsabilidade, as pessoas pensam que todos os jovens são irresponsavéis e até imbecis como esses do bullying contra as meninas acima do peso. A respeito de outras coisas que eles comentaram, como casais simulando cenas de sexo é simples, as pessoas bebem além da conta e extrapolam, fazendo essas coisas lamentáveis e vergonhosas, depois tentam arranjar um desculpa do tipo “eu fui obrigada”, aah tá… só cego pra acreditar. Só espero que as pessoas parem de generalizar e percebam que nem todos os jovens e estudantes são como esses babacas. E também que os jovens aprendam que é possível se divertir, e muito, sóbrio e com responsabilidade. Tirando isso foi muuuiiito bom, me diverti pra valer com minhas amigas e rindo das fantasiaa da galera.



{23/10/2010}   Foi bom

Comecei a assistir o programa a partir da sexta eliminação, mas gostei do que vi, achei melhor que o No Limite, porque aqui o participante vence por si mesmo, não depende do público. Eu acho que esse tipo de programa que testa o limite e a coragem dos participantes não ter que ter a participação popular mesmo, porque se não algum participante pode ser injustiçado por não ter a simpatia do público. Gostei disso aqui, confesso que senti pena deles em algumas provas nogentas, como as de comida e bebina… ahrrr… haja estômago pra isso, eu não teria não. Olha que o Marcos fez que fez e conseguiu o segundo lugar e conseguiu com isso 100.000,00. Tinha razão em temer o Toshi, este que entrou no quarto programa acabou levando o prêmio de 500.000,00 mais um carro zero. Ele ainda garantiu mais 20.000,00 na conta da Andressa…hummm… Danilo que foi resgatado pelos companheiros acabou ficando em terceiro lugar e levando 50.000,00 pra casa. Mas não sei se haverá uma segunda temporada, porque antes de A Fazenda começar a ser exibida, a Globo não estava satisfeita com a média de 15 pontos no ibope do reality.



 

Eu fui obrigada a assistir esse filme ontem na aula de TRABALHO DOCENTE E DIDÁTICA, mas confesso que não foi como eu esperava. Quando o professor falou dele semana passada achei que eu iria dormir no meio do filme, porque é sobre educação, indiano e tem mais de 2h30, mas devo admitir que foi bem diferente do que eu imaginei, o filme é lindo. A gente logo se apaixona pelo Ashaan, é um menininho tão fofo, dá uma peninha certas horas dele, e você fica com vontade de abraçá-lo. É um drama que toca, emociona e até faz a gente dar muita risada e parar pra pensar em como tratamos os outros que são diferentes de nós. Eu recomendo a todos esse filme que chama “COMO ESTRELAS NA TERRA TODA CRIANÇA É ESPECIAL”,  a fotografia é ótima, o professor é um gato, as música são legais e a história é simplesmente linda. Caso alguém se interesse deixo o link para download. Vale muito a pena.

http://www.dihitt.com.br/barra/download-do-filme-como-estrelas-na-terra-toda-crianca-e-especial-dvdrip



{21/08/2010}   Sessão Nostalgia

De vez enquando rola um papo entre eu e minhas amigas durante o almoço na faculdade, sabe quando a gente começa a relembrar a infãncia? Pois é… duvido que alguém na faixa dos 20 anos não se lembre da novela Chiquititas que durou 5 anos e foi um bum de sucesso, revelando muita gente talentosa como Bruno Gagliasso, Débora Fabella, Fernanda Sousa, Thiago Oliveira, Paulo Nigro, Jonatas Faro, Carla Dias, Carmo Dalla Veccia, Marcos Pasquim, Kayky e Stephany Brito, Nelson Freitas entre outros… Deve ter gente de quem a gente nem se lembra, pois foram muitas as criança e adultos que passaram por lá e muitos não tiveram papéis tão marcantes ou ficaram distantes por um bom tempo da mídia… hoje estava aqui no PC e me deu vontade de procurar por eles no youtube, todo mundo conhece ao menos uma música, eu gostava de várias, mas achei legal postar essas duas que mostram alguns dos atores citados. Gente como o Jonatas, a Débora e o Bruno tão novinhos nesses clipes… fofos…. Pra quem tiver interesse em ver alguns deles em fotos da época e recentes acessem o site abaixo, é bem interessante….

http://www.naosalvo.com.br/vc/por-onde-andam-os-integrantes-da-novela-chiquititas/



{14/08/2010}   Quanto mais melhor

 Terminei de assistir  a 5 temporada de Supernatural, na minha opinião a mais comovente e deprê. É impressionante como aqui os irmão Winchester se mostram de verdade, não usam mais máscaras, vemo-os por dentro e sentimos seus medos… parece ainda mais que eles são reais, a gente fica na mesma angústia que eles por busca de uma solução para que tudo dê certo e… eu quase chorei  e me surpreendi muito ao final do episódio em que o cavaleiro da Fome aparece, porque ali o Dean mostra pela primeira vez falta de confiança em si mesmo e pede  ajuda, descobrimos porque ele come  tanto, bebe e fica com tantas mulheres… no fundo acho que todos nós nos escondemos um pouco atrás de algum vício ou atitude… isso por medo de mostrarmos nossas fraquezas… espero que a 6 temporada seja mais alegre, porque essa de fato foi muito dramática… deixo um vídeo de um episódio que gostei muito, acho que foi o únco em que dei risada… E há uma ótima notícia pra quem é fã do seriado e também de desenho japonês, é que em janeiro estréia no Japão o animê baseado na história dos Winchester, amei a notícia e vou esperar pra conferir o resultado aqui no Brasil… (obs: achei que houve uma pequena falha na temporada, porque se a espada de um anjo pode matar outro, porque Sam e Dean não pensaram nessa possibilidade de acabar com Lucífer ao invés de procurarem  a Cold e acharem possível o feito apenas da forma que foi?)

Eles não ficaram fofos?

   



{07/08/2010}   Obrigado

 

Valeu galera, gostaria de agradecer pelos mais de 40.000 acessos nesse um ano de vida do meu blog. Só não sei dizer se vocês estão gostando porque recebo poucos comentários. Gostaria que vocês participassem um pouquinho mais, assim eu saberia o que postar melhor. E começamos agora mais um ano e tomara que em agosto 2010 possamos ainda comemorar mais sucesso. Um beijo a todos que me acompanham.



{31/07/2010}   Quando nada mais resta
          Enquanto avançamos aos tropeços, quilómetros a fio, vadeando pela neve ou resvalando no gelo, constantemente nos apoiamos um no outro, erguendo-nos e arrastando-nos mutuamente. Nenhum de nós pronuncia uma palavra mais, mas sabemos neste momento que cada um ainda só pensa em sua mulher. Vez por outra olho para o céu aonde vão empalidecendo as estrelas, ou para aquela região no horizonte em que assoma a alvorada por detrás de um lúgubre grupo de nuvens. Mas agora meu espírito está tomado daquela figura à qual ele se agarra com uma fantasia incrivelmente viva, que eu jamais conhecera antes na vida normal. Converso com minha esposa. Ouço-a responder, vejo-a sorrindo, vejo seu olhar como que a exigir e a animar ao mesmo tempo e – tanto faz se é real ou não a sua presença – seu olhar agora brilha com mais intensidade que o sol que está nascendo. Um pensamento me sacode. É a primeira vez na vida que experimento a verdade daquilo que tantos pensadores ressaltaram como a quintessência da sabedoria, por tantos poetas cantada: a verdade de que o amor é, de certa forma, o bem último e supremo que pode ser alcançado pela existência humana. Compreendo agora as coisas últimas e extremas que podem ser expressas em pensamento, poesia – em fé humana: a redenção pelo amor e no amor! Passo a compreender que a pessoa, mesmo que nada mais lhe reste neste mundo, pode tornar-se bem-aventurada – ainda que somente por alguns momentos – entregando-se interiormente à imagem da pessoa amada. Na pior situação exterior que se possa imaginar, numa situação em que a pessoa não pode realizar-se através de alguma conquista, numa situação em que sua conquista pode consistir unicamente num sofrimento reto, num sofrimento de cabeça erguida, nesta situação a pessoa pode realizar-se na contemplação amorosa da imagem espiritual que ela porta dentro de si da pessoa amada. Pela primeira vez na vida entendo o que quer dizer: Os anjos são bem-aventurados na perpétua contemplação, em amor, de uma glória infinita. . . A minha frente um companheiro cai por terra, e os que vão atrás dele também caem. Num instante o guarda está lá e usa seu chicote sobre eles. Por alguns segundos se interrompe minha vida contemplativa. Mas num abrir e fechar de olhos eleva-se novamente minha alma, salva-se mais uma vez do aquém, da existência prisioneira, para um além que retoma mais uma vez o diálogo com o ente querido: Eu pergunto – ela responde; ela pergunta – eu respondo.
            “Alto!” Chegamos ao local da obra. “Cada qual busque sua ferramenta! Cada um pegue uma picareta e uma pá!” E todos se precipitam para dentro do galpão completamente às escuras para arrebanhar uma pá jeitosa ou uma picareta mais firme. “Como é, não vão se apressar, seus cachorros imundos?” Dali a pouco estamos no valo, cada um em seu lugar da véspera. A picareta estilhaça o chão congelado, soltando até fagulhas. Nem mesmo os cérebros ainda degelaram, os companheiros continuam calados. Meu espírito ainda se apega à imagem da pessoa amada. Continuo falando com ela, e ela continua falando comigo. De repente me dou conta: nem sei se minha esposa ainda vive! Naquele momento fico sabendo que o amor pouco tem a ver com a existência física de uma pessoa. Ele está ligado a tal ponto à essência espiritual da pessoa amada, a seu “ser assim” (nas palavras dos filósofos) que a sua “presença” e seu “estar aqui comigo” podem ser reais sem sua existência física em si e independentemente de seu estar com vida. Eu não sabia, nem poderia ou precisaria saber, se a pessoa amada estava viva. Durante todo o período do campo de concentração não se podia escrever nem receber cartas. Mas isto naquele momento de certa forma não tinha importância. As circunstâncias externas não conseguiam mais interferir no meu amor, na minha lembrança e na contemplação amorosa da imagem espiritual da pessoa amada. Se naquela ocasião tivesse sabido: minha esposa está morta – acho que este conhecimento não teria perturbado meu enlevo interior naquela contemplação amorosa. O diálogo intelectual teria sido intenso e gratificante em igual escala. Naquele momento me apercebo da verdade: “põe-me como selo sobre o teu coração… porque o amor é forte como a morte.” (Cântico dos Cânticos 8.6).
 Viktor Frankil
ex-prisioneiro de um campo de concentração
capítulo do livro “Em busca de sentido


et cetera